Programação integrada à exposição de Sebastião Salgado

Sebastião Salgado
Cursos, debates, oficinas e saídas fotográficas nas áreas documental, artística e ambiental exploram as diversas aplicabilidades da Fotografia Contemporânea. Foto: reprodução

A exposição “Gold – Mina de Ouro Serra Pelada“, em cartaz no Sesc Avenida Paulista de 17 de julho a 3 de novembro, traz o registro da década de 1980 feito pelo premiado fotógrafo brasileiro Sebastião Salgado.As mais de cinquenta fotografias revelam o que foi o maior garimpo a céu aberto do mundo, na região da Amazônia Paraense. O olhar de Salgado, que trabalhou em agências renomadas antes de criar seu próprio escritório, tornou-se referência no universo da fotografia e a exposição inspira o debate sobre os caminhos da fotografia e as possibilidades trazidas pela contemporaneidade. Integrando a programação da mostra, uma série de cursos, oficinas e bate-papos jogam luz sobre o fazer fotográfico e o próprio ofício, revelando as características documentais, ficcionais, artísticas e ativistas que a fotografia possibilita.

Entre os destaques estão os cursos “Pensando a fotografia documental“, em dois módulos, com a jornalista Simonetta Persichetti, com encontros de 13 de agosto a 3 de setembro (módulo I) e de 10 e setembro a 8 de outubro (módulo II), abordando os conceitos da fotografia documental; “A fotografia e o projeto“, de 14 de agosto a 4 de setembro, e “Desenvolvimento de projeto fotográfico para jovens artistas“, de 16 de julho a 6 de agosto, com a curadora Rosely Nakagawa, traz as diversas possibilidades na elaboração de projetos fotográficos. Em “A fotografia como narrativa pessoal“, de 13 de setembro a 4 de outubro, a fotógrafa Amanda Areias ensina a utilizar as experiências pessoais alinhadas à fotografia para a criação de narrativas fotográficas.

Os debates sobre “Fotografia documental na contemporaneidade” acontecem de 13 a 21 de agosto, às terças e quartas, trazendo os temas “O ficcional e o documental“, “Violência e invisibilidade“, “Crise enovos rumos do fotojornalismo” e “Meio ambiente e fotoativismo“. Participam das mesas profissionais como Victor Moriyama, Cris Veit, André Penteado, Camila Falcão, Naiara Jinknss, Felipe Fittipaldi, Nacho Doce, Isis Medeiros e Luciano Candisani. Explorando os “Caminhos fotográficos” e a “Mobgrafia“, acontecem no mês de agosto as saídas fotográficas com Bruna Queiroga e André de Oliveira, respectivamente.

A programação integrada à exposição “Gold – Mina de Ouro Serra Pelada” se estende até novembro, com atividades gratuitas e pagas, algumas com necessidade de inscrição prévia. Haverá ainda exibições de filmes, performances e ações educativas para todos os públicos.

Confira a programação completa integrada à exposição:

CURSOS

  • PENSANDO A FOTOGRAFIA DOCUMENTAL I – DO DOCUMENTAL À FICÇÃO

Com Simonetta Persichetti

A fotografia documental, desde o final do século XIX, nos ajuda a pensar e a criticar o mundo que vivemos. Nunca foi tão importante refletir sobre o que as imagens nos mostram, nos apresentam, e como a fotografia nos ajuda a entender o momento sócio-histórico que vivemos. Neste curso, elaborado em dois módulos, vamos passar pelo surgimento da fotografia documental, seus principais momentos, seus autores mais importantes.

Simonetta Persichetti é graduada em Jornalismo, mestre em Comunicação e Artes e Doutora em Psicologia Social, é professora da Faculdade Cásper Líbero. Publicou os livros “Imagens da Fotografia Brasileira I e II”. Desde 1996 é crítica de fotografia e colaboradora do Caderno2 do jornal O Estado de S. Paulo e da revista Brasileiros.

Classificação: não recomendado para menores de 16 anos

Quando: De 13 de agosto a 3 de setembro, terças, das 10h30 às 13h30

Onde: Tecnologias e Artes (4º andar)

Quanto: Ingresso – R$25,00 / R$12,50 / R$7,50

  • A FOTOGRAFIA E O PROJETO

Com Rosely Nakagawa

A atividade será dividida em duas etapas, sendo a primeira uma imersão na produção dos autores participantes. Na segunda etapa, seguiremos com o acompanhamento dos trabalhos na condução de projetos a serem definidos, em diferentes suportes a serem sugeridos em conformidade com as propostas apresentadas e o potencial de cada grupo de participantes.

Pré requisitos: Fotografias impressas em papel formato mínimo 13x18cm

Rosely Nakagawa é curadora independente. Realizou exposições nacionais e internacionais com importantes nomes da fotografia e das artes do Brasil.

Classificação: não recomendado para menores de 18 anos

Quando: de 14 de agosto a 4 de setembro, quartas, das 14h às 17h

Onde: Tecnologias e Artes (4º andar)

Quanto: Inscrição – R$25,00 / R$12,50 / R$7,50

  • MOBGRAFIA

Com André de Oliveira

Este curso tem como objetivo a explorar fotograficamente o espaço urbano da Avenida Paulista através do aparelho celular, abordando aspectos gerais do funcionamento da câmera do aparelho celular, noções de estética e composição e introdução a alguns conceitos de tratamento de imagem via aparelho mobile.

André de Oliveira é fotógrafo de rua especializado em mobgrafia. Seu projeto “Rimas Visuais” foi selecionado para a 1ª edição do Valongo Festival Internacional da Imagem. É autor do livro “Invisível” (2016).

Classificação: não recomendado para menores de 14 anos

Quando: de 16 de agosto a 6 de setembro, sextas, das 14h às 17h

Onde: Tecnologias e Artes (4º andar)

Quanto: Inscrição – R$25,00 / R$12,50 / R$7,50

  • A FOTOGRAFIA COMO NARRATIVA PESSOAL

Com Amanda Areias

A objetivo desse curso é estimular o aluno a usar a sua própria biografia como força propulsora da produção em poéticas visuais e fotografia. Percorrendo territórios da intimidade e da vida cotidiana e banal, além das histórias biográficas pessoais ou transgeracionais, o aluno será incentivado à sua produção individual na construção de um projeto final de apresentação.

Classificação: não recomendado para menores de 16 anos

Quando: de 13 de setembro a 4 de outubro, sextas, das 14h às 17h

Onde: Tecnologias e Artes (4º andar)

Quanto: Inscrição – R$ 25,00 / R$ 12,50 / R$ 7,50

  • A IMAGEM DIANTE DA DOR: O OBSERVADOR E A ÉTICA

Com Gustavo Racy

Poucos anos após a descoberta/invenção da fotografia, o sofrimento humano entrou para o rol de temas que a tecnologia viria a reproduzir. Desde guerras imperialistas e regionais a registro de problemas sociais e práticas de fotografia mortuária, imagens, símbolos e alegorias de dor, sofrimento e morte se tornaram parte integral da história da fotografia. O que significa a fotografia do sofrimento humano, no entanto? Tendo em vista o papel do observador, este curso pretende pensar o sofrimento humano tal qual representado pela fotografia na tentativa de refletir sobre uma ética do olhar que leve em consideração não só as questões éticas implícitas no gesto fotográfico, mas também suas reverberações no olhar do observador.

Gustavo Racy é doutor em Ciências Sociais pela Universidade da Antuérpia (Bélgica), mestre em Antropologia (PUC-SP) e bacharel em Ciências Sociais e Filosofia (PUC-SP, Mackenzie). Sua pesquisa revolve em torno à cultura visual, com ênfase na fotografia, em relação à política e à teoria do conhecimento, informada particularmente pela obra de Walter Benjamin.

Classificação: não recomendado para menores de 18 anos

Quando: de 11 de setembro a 9 de outubro, quartas, das 19h às 22h

Onde: Tecnologias e Artes (4º andar)

Quanto: Inscrição – R$ 25,00 / R$ 12,50 / R$ 7,50

BATE-PAPOS

  • FOTOGRAFIA DOCUMENTAL NA CONTEMPORANEIDADE: O FICCIONAL E O DOCUMENTAL

Com Cris Veit, André Penteado e Victor Moriyama

Como a fotografia contemporânea pode transitar entre o ficcional e o documental? Existem narrativas isentas? Qual a importância dos projetos fotográficos pessoais? Como construir uma metodologia poderosa para contar uma história? Debruçado sobre estas questões, o primeiro encontro da série “Fotografia Documental na Contemporaneidade” visa aprofundar o debate sobre o papel da fotografia em tempos de fakenews e pós verdade para explorar as possibilidades e dificuldades na criação de trabalhos autorais. Com André Penteado, Cris Veit e Victor Moriyama.

Cris Veit é editora de fotografia e fotógrafa documental. Trabalhou como designer em publicações no Brasil e no exterior por vinte anos. Foi diretora de arte da revista National Geographic Brasil entre 2001 e 2013.

André Penteado (1970) nasceu e trabalha em São Paulo. Produzindo desde 1998, sua obra investiga temas como fatos da história brasileira e momentos de grande intensidade emocional, como a perda do pai. Já realizou dez exposições individuais e participou de mais de duas dezenas de coletivas. Em 2013, venceu o Prêmio Nacional de Fotografia Pierre Verger com o trabalho “O Suicídio de meu pai” e, em 2014, teve seu projeto “Tudo está relacionado” selecionado para o programa Rumos Itaú Cultural 2013-2014. É autor de quatro foto-livros: O suicídio de meu pai (2014), Cabanagem (2015), Não estou sozinho (2016) e Missão Francesa (2017).

Victor Moriyama é um fotógrafo documental brasileiro colaborador da National Geographic Brasil, colunista de fotografia do jornal El País e fundador do projeto Historias Amazônicas (@historiasamazonicas). É colaborador frequente dos jornais The New York Times, Wall Street Journal, El País e Le Monde e da agência Bloomberg. Vencedor em segundo lugar do prêmio POY Latam 2017 com a série “LDS” nas categorias “Os Jovens se expressam” e “Vídeos Curtos”.

Classificação: não recomendado para menores de 16 anos

Quando: dia 13 de agosto, terça, das 19h às 22h

Onde: Praça (térreo)

Quanto: Grátis – Entrega de ingressos na Central de Relacionamento com 30 minutos de antecedência.

  • FOTOGRAFIA DOCUMENTAL NA CONTEMPORANEIDADE: VIOLÊNCIA E INVISIBILIDADE

Com Camila Falcão, Naiara Jinknss e Victor Moriyama

Nos últimos anos, o Brasil vive um acentuado processo de polarização ideológica e radicalismo dos discursos políticos. O avanço do nacionalismo e do populismo promove um cenário de guerra campal com divisões bem delimitadas entre “nós” e “eles”. Se, por um lado, a xenofobia, a misoginia, a intolerância e outras violências contra certos grupos são crescentes, há também alianças e articulações pela resistência que desencadeiam transformações fundamentais para o equilíbrio da sociedade. O empoderamento coloca os “invisibilizados” como protagonistas a ocuparem seus lugares de fala. É neste contexto que discutiremos as estruturas masculinas e opressoras que prevaleceram na sociedade brasileira desde sua formação e projetos fotográficos que rompem com esta lógica. Com Camila Falcão, Naiara Jinknss e Victor Moriyama.

Camila Falcão é fotógrafa paulistana há 17 anos e atua como diretora de arte para o cinema. Desenvolve ampla pesquisa sobre a identidade, o corpo e o afeto de pessoas transgêneras, e travestis retratadas na série “Abaixa que é tiro”.

Naiara Jinknss é fotógrafa paraense, afro-indígena e feminista. Graduada em Artes Visuais e educadora social pela Universidade da Amazônia utiliza a fotografia como instrumento para quebra de estereótipos e como ferramenta de educação e transformação social. Há mais de uma década documenta a rotina das pessoas que trabalham no Mercado Ver o Peso, maior mercado a céu aberto do país.

Classificação: não recomendado para menores de 16 anos

Quando: dia 14 de agosto, quarta, das 19h às 22h

Onde: Arte II (13º andar)

Quanto: Grátis – Entrega de ingressos na Central de Relacionamento com 30 minutos de antecedência.

  • FOTOGRAFIA DOCUMENTAL NA CONTEMPORANEIDADE: CRISE E NOVOS RUMOS DO FOTOJORNALISMO

Com Felipe Fittipaldi, Nacho Doce e Victor Moriyama

Se por um lado a crise midiática avança a galope na última década, por outro vivemos um momento ímpar de expansão de eventos, festivais, exposições e plataformas digitais que valorizam a boa fotografia. Vivemos um momento de transição único na história impulsionado pelos meios digitais que transformam profundamente as relações e o mercado editorial. Como o fotojornalismo sobrevive e se faz necessário dentro deste contexto? Como navegar e se reinventar diante desta nova dinâmica que exige uma fotografia autoral com narrativas poderosas? Com Felipe Fittipaldi, Nacho Doce e Victor Moriyama.

Felipe Fittipaldi é um fotógrafo brasileiro atualmente radicado no Rio de Janeiro, contribui para publicações como a revista The New York Times, a National Geographic, a The Nature Conservancy, o El País, a VICE, entre outras. Felipe foi selecionado para participar de exposições e festivais no Brasil, Nova York, Paris, Arles, Colômbia, Roma, Tóquio e recentemente recebeu o primeiro reconhecimento no Life Framer Award de Katerina Stathopoulou (MoMA).

Nacho Doce é fotógrafo da agência Reuters há 16 anos. Nascido na Espanha, vive em São Paulo desde 2010. A inquietação com as desigualdades sociais do Brasil são o motor de Nacho, que documenta com uma sensibilidade ímpar as consequências dos processos de opressão estabelecidos entre as classes sociais. As estórias narradas visualmente por Nacho sobre as periferias do Brasil foram premiadas nos principais concursos mundiais de jornalismo como o Pictures of the Year e National Press Photographers Association.

Classificação: não recomendado para menores de 16 anos

Quando: dia 20 de agosto, terça, das 19h às 22h

Onde: Praça (térreo)

Quando: Grátis – Entrega de ingressos na Central de Relacionamento com 30 minutos de antecedência

  • FOTOGRAFIA DOCUMENTAL NA CONTEMPORANEIDADE: MEIO AMBIENTE E FOTOATIVISMO

Com Isis Medeiros, Luciano Candisani e Victor Moriyama

As mudanças climáticas são reais e precisam ser debatidas com urgência. A floresta amazônica está chegando a níveis irreversíveis de sua condição de reflorestamento. A ação humana movida pela ganância financeira está promovendo graves ataques ao meio ambiente com conivência do poder público. Neste processo de violência ao meio ambiente quais alternativas para frear e reverter os danos causados? Como a fotografia pode ser usada como instrumento de conscientização? Quais iniciativas nos trazem esperança? Quais histórias precisam ser contadas? Com Isis Medeiros, Luciano Candisani e Victor Moriyama.

Isis Medeiros nasceu em Ponte Nova (Minas Gerais), é fotógrafa documentarista, desenvolve projetos autorais no campo da arte contemporânea. Documenta movimentos e organizações de resistência política e grandes manifestações populares. Denuncia em seu trabalho a violência do estado e as violações de direitos humanos.Com particular interesse pela luta das mulheres, realiza trabalhos voltados para o empoderamento feminino. Suas duas novas exposições que estão circulando o país são: “Vale?” e “Mulheres Atingidas: da lama à luta”, ambas com a temática sobre as consequências dos desastres da mineração no Brasil.

Luciano Candisani iniciou sua carreira como fotógrafo de expedições científicas, enquanto ainda era estudante de pós-graduação na Instituição de Biociências da Universidade de São Paulo. Sua primeira grande oportunidade profissional foi uma expedição de três meses aos mares congelados da Antártida para documentar a vida marinha sob o gelo em 1996. Desde então, suas atribuições o levaram a alguns dos lugares mais remotos do mundo, como Antártica, Patagônia, Amazônia, Rocas Atoll, Ilhas Darwin e Wof, Ilhas Falkland, Filipinas Danajon Banks, Montanhas Uganda, planícies Serengeti e o recife Mesoamericano. Atualmente, é fotógrafo colaborador da National Geographic e autor de 7 livros fotográficos.

Classificação: não recomendado para menores de 16 anos

Quando: dia 21/8, quarta, das 19h às 22h

Onde: Arte II (13º andar)

Quanto: Grátis – Entrega de ingressos na Central de Relacionamento com 30 minutos de antecedência.

  • SAÍDAS MOBGRÁFICAS

Com André de Oliveira

Encontros abertos ao público para exploração mobgráfica (fotografia de celular) nos arredores do Sesc Avenida Paulista. Em cada saída, o grupo cria o caminho que preferir e discute o funcionamento da câmera do aparelho de celular e composições possíveis na estética urbana.

André de Oliveira é fotógrafo de rua especializado em mobgrafia. Seu projeto “Rimas Visuais” foi selecionado para a 1ª edição do Valongo Festival Internacional da Imagem. É autor do livro “Invisível” (2016).

Classificação: não recomendado para menores de 14 anos

Quando: dias 11 e 25 de agosto, domingos, das 14h às 18h

Onde: Tecnologias e Artes (4º andar)

Quanto: Grátis – Entrega de ingressos no local com 30 minutos de antecedência.

SERVIÇO

PROGRAMAÇÃO INTEGRADA DA EXPOSIÇÃO “GOLD – MINA DE OURO SERRA PELADA”

Módulo Fotografia

Quando: de julho a outubro de 2019

Onde: Diversos locais

Quanto: atividades gratuitas e pagas, verifique a necessidade de inscrição ou retirada de ingressos em sescsp.org.br/avenidapaulista

EXPOSIÇÃO “GOLD – MINA DE OURO SERRA PELADA”

DE SEBASTIÃO SALGADO

Quando: de 17 de julho a 03 de novembro de 2019

Horário: das 10h às 21h30 (terça a sábado) e das 10h às 18h30 (domingos e feriados)

Local: Arte I (5º andar) – Educativo no 6º andar

Quanto: Grátis – não é necessário retirar ingressos

Classificação: Livre

Agendamento de grupos: agendamento@avenidapaulista.sescsp.org.br

SESC AVENIDA PAULISTA

Avenida Paulista, 119, São Paulo

Fone: (11) 3170-0800

Transporte Público: Estação Brigadeiro do Metrô – 350m

Horário de funcionamento da unidade:

Terça a sábado, das 10h às 22h.

Domingos e feriados, das 10h às 19h.

Horário de funcionamento da bilheteria:

Terça a sábado, das 10h às 21h30.

Domingos e feriados, das 10h às 18h30.

Site: sescsp.org.br/avenidapaulista

Facebook: facebook.com/sescavpaulista
Instagram: @sescavpaulista

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