Urologista fala sobre a problemática do PrEP e da falta de empatia de parte da classe médica com estas populações

O tratamento por PrEP (Profilaxia Pré-Exposição) destinado às populações LGBTQIA+ é considerado um avanço para a prevenção do HIV. No entanto, o médico urologista e sexólogo Dr. Danilo Galante, adverte que o tratamento tem deixado estas populações ainda mais largadas, “muita gente acaba não utilizando mais preservativos por conta disso”.

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Além desta problemática, Galante lamenta a carência de médicos que tenham uma abordagem empática com estas populações. “Tem pouca gente interessada em saber, com profundidade, quais são os seus problemas. Além disso, meu consultório recebe muitas pessoas que não foram tratadas adequadamente”, alerta o especialista.

De acordo com o médico, homossexuais e bissexuais apresentam problemas sexuais da mesma ordem que os heterossexuais. “Um dos exemplos é o câncer de próstata que não recebe qualquer orientação em pacientes travestis, uma vez que eles continuam tendo próstata. Além da prevenção da doença que não segue nenhuma orientação sexual para ser desencadeada”, finaliza.

Dr. Danilo Galante – formado em medicina pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) com especialização em Urologia pela UNESP. Pós-graduado em Cirurgia Robótica pelo Hospital Oswaldo Cruz – SP. Doutorado em urologia pela USP, além de Fellow Observer of Johns Hopkins School of Medicine Brady Urological Institute Laparoscopic and Robotic Urologic Surgery. Membro Titular da Sociedade Brasileira de Urologia e Instrutor do ATLS (Advanced Trauma Life Support), atua em áreas diversificadas como Cálculos Urinários; Infertilidade (incluindo Reversão de Vasectomia), Disfunção Sexual e Cirurgia Robótica.

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