Ato de 1 de maio volta ao Vale do Anhangabaú com 10 horas de festa

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Democracia, direito, emprego e renda são os temas centrais do ato que celebra o próximo 1 de maio, dia Internacional do Trabalhador e da Trabalhadora. A edição de 2023 é especial: pós-pandemia e, sobretudo, de volta ao espaço tradicional, o Vale do Anhangabaú –depois de passar pela Praça Charles Millër, no ano passado. Além do clima de renovação, o evento, que começa às 10h e segue até as 20h, apresenta um festival multicolorido e plural, com shows de diversos estilos musicais, em que representantes de várias gerações se encontram no palco –e na plateia.

Quem apresenta o show no Vale do Anhangabaú deste ano é a atriz Samantha Schmutz, ao lado dos atores Jeffs Silvério e Julio Silverio. O compositor Zé Geraldo promete um pocket show intimista, com voz e violão, e grandes sucessos da música brasileira. O line up conta ainda com a diva Leci Brandão, que convida Toninho Geraes e Almirzinho, Edi Rock, lenda do rap nacional, MC Soffia, Arnaldo Tifu e Dexter, o oitavo anjo. O bloco Ilú obá de Min desfila o cortejo afro, com tambores, cantos e danças. Nas pick ups, a DJ CranMarry garante a animação da pista a céu aberto.

O ato de 1 de maio é, hoje, um dos poucos eventos gratuitos ao ar livre na cidade de São Paulo. No histórico Vale do Anhangabaú, haverá espaço para todos e todas, numa grande celebração da Democracia e da luta por Direitos. O evento no Vale do Anhangabaú é realizado pela união das oito maiores entidades que representam os trabalhadores do País: Central Única dos Trabalhadores (CUT), Força Sindical, Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), União Geral dos Trabalhadores (UGT), Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST), Intersindical e Pública.

Serviço

  • Ato 1 de maio – Dia do Trabalhador e da Trabalhadora
  • Segunda, dia 1 de maio de 2023, das 10h às 20h
  • Vale do Anhangabaú – centro – São Paulo/SP
  • Livre
  • Grátis

ARTISTAS

Leci Brandão

Carioca da gema, nascida em Madureira em 1944, Leci Brandão da Silva foi criada em Vila Isabel. Em 1972, entrou na Ala de Compositores da Estação Primeira de Mangueira: a primeira mulher a ocupar tal espaço. Um dos integrantes da Ala, à época, era Nelson Sargento, que fez um teste com Leci na avenida. Em mais de 40 anos de carreira, Leci lançou 25 álbuns, entre três compactos, dois DVDs e muitos sucessos inesquecíveis.

Arnaldo Tifu

Cantor, MC e freestyleiro, Arnaldo Tifu é  conhecido na cena musical paulistana e acumula 25 anos de carreira. Cria da cultura Hip Hop, concorreu ao prêmio Revelação na MTV com o single de estreia em carreira solo Pra Cascá. No total, lançou seis álbuns autorais. Tifu faz parte da equipe de shows do mestre Thaíde, é fundador do selo de arte e cultura independente Coletivo RISO e, além da carreira solo, atua também na banda TIFUNK.

Almirzinho

Almir Serra é instrumentista, cantor, compositor, arranjador e produtor musical.  Nascido numa tradicional família de sambistas, é filho de Almir Serra (Almir Guineto, um dos mais destacados representantes do samba de raiz), cantou ao lado de Noel Rosa, Candeia e outros mestres. Almirzinho Serra nasceu no Morro do Salgueiro, no Rio, em 1970, Dia da Consciência Negra. A trajetória na música começou cedo. Aos nove anos integrou a bateria do Salgueiro, aos 15 anos começou a compor. Em 1996, mudou-se para São Paulo e logo foi convidado para ser vocalista do Grupo Algo Mais. De lá para cá, nunca parou de fazer música e é presença garantida nos melhores shows e rodas de samba da capital paulista.

Toninho Geraes

O cantor e compositor nasceu em Minas Gerais, mas foi  morar no Rio de Janeiro e logo tornou-se conhecido no circuito do samba carioca. Em 1986, gravou o primeiro disco Na Aba do Pagode, pela RGE. Toninho Geraes tem mais de 250 canções gravadas, incluindo alguns clássicos, e é sempre disputado pelas grandes estrelas, tanto que cedeu à diva Beth Carvalho a faixa Se a Fila Andar. Assim como Beth, muitos outros cantores já gravaram composições de Toninho Geraes, hits que afzem sucesso no Brasil todo.

Zé Geraldo

Nascido em Rodeiro, na Zona da Mata mineira, e criado em Governador Valadares, no Vale do Rio Doce, o cantor e compositor Zé Geraldo caiu na estrada cedo. Aos 18, foi estudar e trabalhar em São Paulo,quando ainda sonhava em ser jogador de futebol. Um acidente de ônibus mudou o rumo da história e, antes dos 21 anos, começou a compor. Mostrava sua arte nos palcos dos bailes da periferia paulistana nos finais de semana. Hoje, aos 76 anos, acumula mais de 40 de estrada, 17 álbuns e três DVDs lançados, além de coletâneas, participações e compactos. Zé Geraldo é aclamado como um artista independente, autêntico e coerente no discurso.

Dexter

Dexter Oitavo Anjo, como é conhecido pelos fãs, é Marcos Fernandes de Omena. Referência no Hip Hop nacional, ficou conhecido nos anos 1990, quando lançou o grupo 509-E, que fez sucesso nas rádios de todo o Brasil com as músicas Saudades Mil e Oitavo Anjo. O apelido foi inspirado no filho de Martin Luther King Jr, Dexter Scott King, e significa: correto, direito, sagaz, esperto e ligeiro. Segundo Dexter, qualidades indispensáveis para sobreviver na periferia. O rapper tem 49 anos de idade e 33 de carreira, é um apaixonado pela vida, pelo hip hop e, principalmente, pela música. Suas primeiras composições foram inspiradas por Public Enemy, NWA, Kool Moe Dee e Racionais MC’s.

Mc Soffia

Começou a carreira aos seis anos de idade, logo após participar do projeto “O futuro do hip hop”. Hoje, aos 19 anos, gosta de produzir letras contestadoras sobre paradigmas sociais. Para MC Soffia, nascida e criada na periferia de São Paulo, o rap significa “música de força e resistência”. A jovem artista já se apresentou em eventos como a Virada Cultural de São Paulo e o Festival Afro Latinidades, em Brasília. Atualmente, Mc Soffia está em produção do primeiro álbum, que deve ganhar o título de “Menina Pretinha”.

Edi Rock

Com mais de 30 anos de carreira, Edi Rock é considerado uma lenda no RAP nacional. Nascido e criado na Zona Norte (SP), em meados dos anos 1980 conheceu KL Jay, com quem formou uma dupla de DJs que animava bailes na capital paulista. Em 1988, Edi Rock lança, com KL Jay, Mano Brown e Ice Blue, o Racionais Mc’s, considerado o maior grupo de Rap do Brasil. Em 2013, Edi Rock passou a investir na carreira solo, com o álbum “Contra Nós Ninguém Será”, que conta com mais de 30 participações. Em 2019, Edi Rock resgatou raízes com o álbum “Origens” e, depois, lançou o segundo volume, “Origens 2”. Vale do Anhangabaú.

Bloco Ilú Obá de Min

O Ilú Obá De Min (Educação, Cultura e Arte Negra) é uma associação paulistana, sem fins lucrativos, que tem como base o trabalho com as culturas de matriz africana, afro-brasileira e a mulher. Foi fundado pelas percussionistas Beth Beli, Adriana Aragão e Girlei Miranda em novembro de 2004, tornando-se pessoa jurídica em 2006. O objetivo da associação é manter e divulgar a cultura afro no Brasil, além de fortalecer e apoiar as mulheres negras. O projeto Bloco Afro Ilú Obá De Min é o projeto mais conhecido da instituição. A bateria, formada exclusivamente por mulheres, desde 2005 sai em cortejo pelas ruas de São Paulo, enaltecendo a cultura afro-brasileira e o protagonismo das mulheres no mundo. Os cortejos do bloco são uma grande intervenção cultural que promove a cultura negra, a cultura popular e a participação ativa da mulher na sociedade por meio da arte. Traz também para o espaço urbano as diversas manifestações da cultura negra, como  maracatu, batuque, coco, jongo, entre outras. Mais em: https://iluobademin.com.br/

DJ Cranmarry

Há 16 anos, compartilha a paixão por música com o público, tendo como ponto forte de sua apresentação “hits que gostamos de ouvir”. DJ Open format, CRANMARRY exalta a imensidão do universo pop que atravessa gerações, sem deixar de lado suas paixões: o grunge e o indie rock com pitadas de soul e R&B e altas doses de um vasto repertório de música brasileira. Estará no Vale do Anhangabaú.

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