Yuca levanta recursos para reformar centro de acolhida para mulheres trans

Conectada ao propósito de promover um viver melhor para o maior número de pessoas possível, a Yuca, startup referência em soluções descomplicadas de moradia, anuncia projeto de reforma na Casa Florescer, centro de acolhida especial para mulheres trans e travestis de São Paulo. Em Junho deste ano, o coletivo de colaboradores LGBTQIA+ da startup promoveu ações para celebrar o mês do Orgulho, incluindo uma rodada interna de arrecadação de recursos destinada à Casa Florescer. A iniciativa movimentou a empresa, que criou um comitê de arquitetura para desenvolver um projeto oficial. Agora, a Yuca busca parceiros para a realização da reforma da moradia de 30 mulheres que são reinseridas na sociedade e no mercado de trabalho por meio do impacto positivo da ONG, reforçando o valor de construir juntas comunidades inclusivas e enaltecendo todos que fazem parte dela.

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Reprodução

A proptech assumirá o projeto de restauração dos quartos, salão e banheiros para as residentes e busca parceiros para realizar as reformas estruturais, solucionando infiltrações e goteiras. Assim como os apartamentos da Yuca são entregues prontos para morar, os cômodos da Casa Florescer serão revitalizados de acordo com o direcionamento da marca e a obra será entregue no final de 2021. “Queremos liberar todo o potencial das residentes por meio de um viver melhor, com o mesmo cuidado de segurança e conforto que temos com nossos yukers. Ao dedicarmos um tempo para aqueles que assumem o amor em sua forma mais pura, estamos apoiando a comunidade a resistir cada dia mais, e isso não é de hoje.”, pontua Gabriel Juarez, brand manager da Yuca e idealizador do projeto.

Além de abrigar a comunidade na Casa Florescer, a ONG também auxilia as mulheres em todo o processo de transição, desde a questão hormonal até as burocracias legais, como retificação de nome e gênero no cartório e cursos técnicos e profissionalizantes. Permanecendo, em média, de 3 meses a 1 ano na moradia, as mulheres, após reinseridas na sociedade, abrem oportunidades para que as demais em situação de vulnerabilidade também passem pelo impacto positivo.

“A ideia é oferecer o máximo de conforto para as moradoras da casa, recriando um pouco da estética dos nossos apartamentos em cada item do projeto. Além disso, é necessário ressignificar os ambientes a partir dos elementos que já estavam ali, com soluções de baixo custo e alto impacto”, pontuam as arquitetas do time da startup Jéssica Gregório e Larissa Lira.

A Yuca também está em busca de empresas e instituições parceiras que possam colaborar para a realização do projeto. Em caso de interesse em contribuir, basta acessar o link.

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